sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Resenha: Gigantes de Aço

Olá pessoas!
Mais um dia, mais uma postagem. Já tem um pouquinho mais que uma semana que postei meu último texto, mas ainda tá valendo o meu retorno as postagens semanais. Bem, hoje eu trago mais uma resenha, e tenho que admitir que desta vez eu estava mesmo precisando comentar este filme. Estou falando de Gigantes de Aço, um filme que acredito que muita gente tenha levado pouco em conta e esperado menos ainda (ainda mais depois de Optimus Prime e seus aliados robóticos em sua trilogia de ferro retorcido e óleo jorrante em cenas de ação quase descerebrada). Entretanto, digo logo que o filme é FODA!

Posso até me arrepender depois, mas o filme é sensacional! Foi com a sensação de surpresa e grande prazer que sai do cinema após ver o que considero o melhor filme do Hugh Jackman, nossos eternizado Wolverine do cinema (e num papel bem diferente). Pra quem não sabe, o filme se passa num futuro bem próximo (2020), onde os lutadores de boxe foram substituídos por robôs devido a ânsia do público por mais carnificina e agressividade (bem plausível, dado o fato de sermos humanos... amar a violência está nas nossas veias). O Hugh é um ex-boxeador que vive de lutar (e perder muito) controlando esses robôs, apostando e se endividando até a alma, mas sua vidinha de merda só muda após a morte de sua ex-namorada e ele tem que cuidar do filho de 11 anos que viveu para ignorar. E tudo está indo mal até quando eles encontram Aton, um robô de esporro abandonado da segunda geração com uma programação incomum chamada de “sombra” (mimetismo: imita os movimentos de seu operador).

Eu sou Aton, e eu sou foda feito o Rock!

É ai que a história engrena de vez e, através do robô, ele e seu filho vão se aproximando cada vez mais, se metendo em altas aventuras até desafiar o robô mor fodão mega-over-power: Zeus! Ai temos todos os clichês balbonianos: superação, persistência, amizade, amor pelo filho e pela moça que aparece no filme, e jamais desistir. E não é que, mesmo carregado de clichê, o filme é foda! Ele é engraçado, dramático e épico (as lutas dos robôs são fodas!), tudo na medida certa, além de ter uma história boa, plausível e bem coesa. E ainda tem um boss final fodão pacas! Pra que mais?


Nota: 5 de 5

Enfim, Gigantes de Aço é um filme foda, merece a nota que dei e ainda tem robôs se matando. E, pra quem ainda está com o pé atrás, tive uma surpresa ao ver na intro do filme (ótima música, por sinal) que ele foi produzido pelo senhor Spielberg. Já chega, né?

Até and Bye...