terça-feira, 9 de julho de 2013

Tsuchi Monogatari: Livro 1 – Vingança #06b

Olá pessoas!
A sessão passada foi tão grande e carregada de fatos e história que uma postagem não foi suficiente para explorar tudo o que aconteceu. Assim, segue a continuação de tudo o que houve entre a 6ª e 7ª sessão de Tsuchi Monogatari. Esta será uma postagem mais curta, mas de leitura obrigatória para acompanhar o andar da história.

CALCINHAS E DIÁRIO (ARCO DE JOHEN – PARTE 7)
Durante o primeiro dia após a derrota de Hebi, a cidade respirava preocupação. O veneno que afetou os heróis e as crianças se espalhou pelos esgotos e chegou a infectar algumas pessoas nas redondezas, matando algumas dezenas delas. Para piorar, Hebi testou tantas fórmulas venenosas em si mesmo em busca de uma cura para o seu mal que acabou mudando a composição original de seu veneno, forçando o professor Snape e as mentes mais brilhantes da cidade a trabalharem juntas em pró de encontrar uma cura. Isso fez com que Lee Sin (Joka) e Sir. Coxinha (Inácio) ficassem em coma durante 5 dias. Algumas das crianças infelizmente não resistiram, mas a maior parte delas foi salva pelo ato heroico de Kurosaki Shin (Leish) de tirá-las da área da nuvem venenosa.

A pequena Nue
Nesse meio tempo, mesmo em observação médica, Matamune (TL) e Shin passaram a procurar mais pistas sobre o ladrão de calcinhas, que parara seus ataques logo após a noite da batalha contra Hebi. Eles chegaram até o senhor Braun, o alfaiate de Sir. Coxinha, e lá encontraram as calcinhas desaparecidas. O alfaiate alegou inocência, mas foi preso sem ter como prová-la, sendo solto no dia seguinte após pagar fiança. Entretanto, Matamune ficou desconfiado de Nue, a pequena ajudante de Braun, que passou a visitar o nobre paladino ogro todos os dias no hospital. Voltando na cena do crime, o pequeno gato descobriu que na verdade as calcinhas tinham sido mudadas de posição momentos antes de os policiais chegarem à alfaiataria e que Nue é que as tinha escondido.

Após três dias da batalha, Snape devolveu o diário de Hebi para Shin. O professor aprendeu todas as mudanças que o vilão fizera em seu veneno, testando algumas em si mesmo e outras nas pessoas que tinham sido sequestradas no último mês e que morreram no processo. De acordo com o diário, Hebi desejava curar a si mesmo não apenas para poder tocar nas pessoas sem matá-las, mas também para poder recriar o veneno original da verdade absoluta que falhara em usar em si mesmo no passado, e assim desvendar os mistérios sobre si que estavam lacrados no fundo da sua alma.

Hebi, na verdade, se chamava Ishida Zenshou, e em seu diário constava que ele e seu pai, chamado apenas de Ishida, chegaram a Johen fugindo do que houve entre os clãs Ishida e Kurosaki. Seu pai morrera logo após chegarem à cidade, pois estava muito doente, mas não sem antes lacrar as lembranças do jovem Hebi de tudo o que ele vira, e deixar com o filho a espada Nocture, uma relíquia do clã Ishida e hoje em posse de Shin. Shin passou os últimos dias lendo e relendo o diário. Ele sabia que a espada Nocture pertencia ao seu clã, os Kurosaki, e não dos rivais Ishida. Ao que parece o pai de Hebi a roubara na fuga e mentira para o próprio filho, ou então o pai mentira sobre a que clã eles realmente pertenciam e lacrou tal lembrança na mente do filho. O mistério sobre tudo o que houvera só estava ficando mais confuso para Shin, mas ao menos mais pistas estavam surgindo.

GITSUNE (ARCO DE JOHEN – PARTE 8)
Hagoromo Gitsune
Sir. Coxinha acordou numa cama reforçada do hospital 5 dias após a batalha. Lee Sin estava numa cama ao lado, ainda dormindo. Ao lado de Coxinha estava a pequenina Nue, que fizera vigília preocupada com o paladino ogro. O ladino Away também estava no quarto, dormindo despreocupadamente num sofá ao lado da cama de Lee Sin. Logo Shin e Matamune apareceram para esclarecer a história do ladrão de calcinhas com Nue, que jurou que não sabia o que estava acontecendo. A situação ficou ainda mais confusa quando, em sua raiva e medo, Nue fez todas as luzes do quarto piscarem, acordado Lee e deixando todos sem saber o que pensar. Eles então decidiram levar Nue e o alfaiate até a bruxa Yuuko, como haviam prometido.

A loja da bruxa apareceu para os heróis, mas o alfaiate não conseguiu vê-la. Isso acabou matando a charada e eles entraram com Nue, deixaram o pobre homem perturbado do outro lado. Yuuko os recepcionou e se aproximou de Nue. Ela usou uma magia sobre a garotinha, transformando-a numa mulher incrivelmente bela e com 9 caudas brancas de raposa. Envergonhada, a mulher se apresentou como Hagoromo, uma gitsune (espírito mazoku puro em forma de raposa). Sir. Coxinha a reconheceu na hora, pois ela era uma amiga do passado e que mais lhe ajudou quando ele ainda morava com os ogros de sua tribo.

Conversando em particular, Hagoromo explicou a Coxinha e Yuuko que ela fora convocada em Johen por um mazoku chamado Zabodi, que exigiu saber mais a respeito de Coxinha. Vendo que ela nunca trairia seu amigo, Zabodi a amaldiçoou na forma carnal de Nue, gerando uma dupla personalidade com a maldição. Sabendo pelo mazoku que Coxinha estava chegando à cidade, Hagoromo controlou o subconsciente de Nue para que ela roubasse as calcinhas a fim de chamar a atenção de seu amigo, já que a garotinha não sabia de nada sobre si mesma. O que Yuuko fez foi libertar a personalidade aprisionada de Hagoromo, mas sem conseguir cancelar a forte maldição rogada sobre a gitsune. Além disso, Yuuko sentiu que Nue despertou uma alma própria, não podendo simplesmente destruí-la. A bruxa ainda alertou que Hagoromo poderia voltar a se tornar Nue a qualquer momento, e que só o tempo poderia dizer quando e como isso aconteceria. Hagoromo ficou muito feliz ao ver que seu antigo amigo estava bem, e logo se dispôs a segui-lo e ajudá-lo em sua jornada, ao mesmo tempo em que eles buscavam uma forma de libertá-la da maldição sem destruir a pequena Nue.

Com tudo esclarecido e o débito pago, os heróis se arrumaram para sair. O amanhecer já estava próximo e a loja estava para desaparecer quando eles viram algo na frente dos portões de entrada. Lá estavam três ogros, e um deles bem alto e forte. Sir. Coxinha o reconheceu na hora, chamando-o de Burnkvar, seu irmão mais novo e atual líder da sua antiga tribo. O monstro maligno sorriu diante do irmão mais velho, pronto para destruí-lo.

Burnkvar, o ogro irmão de Sir Coxinha