sábado, 2 de agosto de 2014

Resenha: Guardiões da Galáxia

Olá pessoas!
Um grupo formado por um guaxinim, uma árvore andante, um pedregulho de músculos literal, um espécime fotossintético de gênero feminino assassino, e um projeto nada parecido de Han Solo com Capitão Kirk. Como isso poderia dar certo? Bem, não é que deu certo? Sim pessoas, é claro que estou falando de Guardiões da Galáxia, o novo filme da Marvel Studios que estreou nas telonas este final de semana. E o que eu achei do danado? Veja nesta resenha oitentista!

Para quem não conhece, Guardiões da Galáxia é uma franquia de quadrinhos do universo da Marvel Comics quase sem expressão de tão pouco conhecida que é. Não que eles não sejam importantes para alguma coisa, só que ninguém realmente se importava muito com eles até anunciarem um filme (assim como foi o caso do Homem de Ferro... Prevejo o ódio de fanboys agora). Eles na verdade já foram dois grupos de heróis. Os originais apareceram pela primeira vez na revista “Marvel Super-Heroes” #18 (Janeiro de 1969) com o objetivo de deter a invasão dos Badoon a Terra (?). Já a segunda e atual formação dos Guardiões apareceram na revista “Guardiões da Galáxia” (vol. 2) #1 (Maio de 2008) quando Star-Lord decidiu unir alguns “heróis” na intenção de deter a invasão de Phalanx no planeta Hala, terra natal dos Kree.

Nem vale a pena dizer quem já fez parte dos Guardiões (inclusive o Homem de Ferro), mesmo porque eu não sou fã de quadrinhos. Entretanto, neste filme temos uma equipe bem incomum de seres/alienígenas, a começar pelo seu líder, Star-Lord (o bardo), com seu toca-fitas carregado com um mix de músicas oitentista que sobreviveu a incríveis 20 anos de desventuras especiais, passando para a bela e verde presença feminina de Gamora “Saldaña” (a guerreira), o bárbaro que leva tudo ao pé da letra chamado Drax (o bárbaro), uma árvore humanoide com um jargão extremamente limitado que se chama de Groot (o clérigo), e o perito em sacanear todo mundo e explodir coisas Rocket (o ladino), o guaxinim. Sendo um bando de ladrões, assassinos e mercenários, é de se esperar que, a princípio, eles só estão juntos por interesses mútuos (dinheiro e vingança), mas depois percebendo que, sem a ajuda deles, uma catástrofe pode acontecer devido os atos de um vilão fanático e genérico da história (mesmo porque o único vilão que interessa ali é o Thanos), que toma posse de uma das Joias do Infinito (onde finalmente neste filme é explicado o que elas são). E é neste clima de genocídio eminente, sendo caçados por todos os lados e ainda querendo faturar uma grana fácil, que os Guardiões exploram a Galáxia do universo Marvel na vã tentativa de pelo menos ainda ficarem vivos.




Nota 5 de 5.

Com uma trama carregada de humor, aventura e urgência, personagens cativantes (e eu diria que únicos), e uma trilha sonora humildemente apelidada de Awesome Mix Vol. 1, o filme é uma explosão de diversão na tela. Com boas tiradas e um humor diferente do que já vimos nos demais filmes da Marvel, esta é sim uma nova franquia que poderá ser usada e abusada numa trilogia própria pelos próximos anos (heróis num cenário de space opera? É claro que eu quero mais!). E isso porque eu nem precisei citar a qualidade técnica do filme, que está ótima.

Até and Bye...

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