segunda-feira, 15 de setembro de 2014

One Piece: Caçadores #10 (Titã dos Mares)

Olá pessoas!
Já faz um tempo que não posto algo sobre meu RPG de One Piece. O motivo é porque estava esperando o nosso arco atual acabar, já que se trata de um entre arcos. Assim, esta postagem resumirá as duas sessões que fizemos ligando os arcos principais de Scarlet Port e Kemet (ainda a ser narrado). E, por mais bizarro que este arco possa parecer, peço para que não se assustem com as maluquices inventadas (ou melhor, copiadas), pois, entre a Montanha Reversa e o fim do Novo Mundo muita coisa ainda não foi explorada.

Leia os arcos anteriores: #01, #02, #03 e #06.

ARCO 05 - TITÃ DOS MARES
PEDAÇOS DE HISTÓRIA (11ª Sessão)
Titã dos Mares.
A batalha para libertar Saer terminara. Os ex-piratas de Greyback, juntamente com Jonas (Mr. White), conseguiram ajudar bastante ao afundarem dois dos quatro navios de guerra da Marinha, ficando os restantes avariados demais para conseguirem gerar algum transtorno aos caçadores. Já a T.A.R.D.I.S. e o encouraçado de batalha desapareceram numa implosão de estilhaços. Aos poucos, vários marinheiros começaram a emergir, fugindo a nado para os navios que não afundaram. E tomando justamente um destes navios, Jonas e seus companheiros partiram, tendo pagado sua dívida. Outro que pagou sua dívida foi Vladd, que desaparecera. Em seu lugar restou apenas o Nosferatu que, após emergi durante a batalha, passou a ter veios escarlates que concertaram seus danos, mantendo o navio firme.

Com o objetivo alcançado e agradecendo ao tritão Nemo pela ajuda no final da batalha, os caçadores partiram. Porém, para onde seguir? Voltar para Scarlet Port seria impossível, pois a Marinha os receberia com força total. Então eles seguiram para onde o destino chamava: Kemet. Uma antiga companheira de tripulação de Jax (Joka), Ohara Mana, havia deixado uma carta e um eternal pose com Igor meses atrás indicando para encontrá-la em Kemet, pois era para lá que Nine, pai de D. Ten (Leish) e Yuri (TL), estava indo. Além disso, ela descobriu o motivo para a Marinha ter tentado destruir sua antiga tripulação 12 anos atrás e o que estava escrito nos poneglifos que ela pesquisara em suas viagens: a localização da arma perdida Mercúrio. E tudo estava apontando justamente para Kemet. Sem mais informações, os caçadores partiram em busca de encontrar respostas e reaver antigos laços.

No caminho, porém, eles param em uma ilhota para conseguir mantimentos e madeira. Lá, acabaram por encontrar Lupin D. Eight, o avô de Ten e amigo de Saer (que desaparecera com a implosão dos navios no final da batalha). O reencontro a princípio foi tenso, mas logo firmaram uma trégua. Na oportunidade, Eight tentou convencer o neto a retornar com ele, mas sem sucesso. Além disso, Saer e Eight se lembraram do passado, contando aos jovens como eram amigos na Marinha juntamente com Borsalino, e como Saer travou o seu destino como um criminoso ao resolver ajudar o maior pirata de todos os tempos: Gol D. Roger. Foi assim que a família de Dash (Bulba) acabou sendo amaldiçoada pela traição de seu avô, e o motivo para que Eight tivesse afastado a mãe de Yuri do meio de tanta confusão. O que nenhum dos velhos esperava, porém, era que Nine um dia conhecesse Angie (mãe de Yuri e tia de Dash), e que ela fosse morta por Borsalino ao ajudar Nine a escapar (como a história é longa, emaranhada e cheia de NPCs, deixarei para explicar os detalhes sobre os personagens de cada Arco numa postagem especial ao final da temporada).

No fim, eles deram o último bote que tinham no navio para Eight e ambos seguiram seu próprio rumo. No caminho para Kemet, porém, os caçadores se viram adentrando em meio ao Calm Belt. Como se não bastasse, uma sombra colossal se ergueu no horizonte, engolindo todo o Nosferatu como se fosse nada. Eles então desceram pela garganta de uma criatura de tamanho incalculável, somente parando ao chegarem a seu estômago bizarro. O local possuía uma bioluminescência sinistra e era habitado por criaturas albinas horrendas, que receberam os caçadores atacando-os. A luta foi breve (as personagens estão bem fortinhas já), e eles conseguiram navegar até alcançarem uma ilhota no meio daquele mar de ácido estomacal. Mas o mais bizarro de tudo era que lá, tomando a ilhota quase que por completo, havia um castelo. Ancorando o Nosferatu, os caçadores decidiram explorar o local, que aparentava estar abandonado há séculos. Lá dentro eles encontraram três pessoas delirantes, que os confundiram com as criaturas albinas e precisaram ser contidos.

Nas catacumbas, porém, a descoberta foi mais peculiar. Acorrentada junto a um canto escuro estava uma fraca e esfomeada jovem, que se apresentou como Rose. Ao vê-la, Ten ficou pasmo, pois se tratava de uma antiga amiga de infância. Ela explicou que seu barco também fora engolido e que seus quatro companheiros foram capturados e mortos pelos líderes dos Pele Rubra, os piratas que dominavam aquele castelo, sendo ela a próxima. Ao libertarem-na, os cinco líderes dos piratas apareceram e se apresentaram como sendo membros de um clã de caçadores de vampiros, os Belmont. Confundindo-os com vampiros, enlouquecidos como estavam, eles começaram um combate.

CAÇADORES DE VAMPIROS (12ª Sessão)
Vladd, o ser de sangue.
O combate foi rápido e feroz, onde os Belmont nem tiveram chance. Após tantas batalhas de vida ou morte, os caçadores se tornaram realmente fortes, enquanto que os fracos e debilitados caçadores de vampiro tiveram que se contentar em ser surrados e presos. Simon, seu líder e o mais revoltado deles, ainda tentou amaldiçoá-los, mas apenas ganhou uma mordaça. Sem saber bem o que fazer ou como sair da criatura, os caçadores decidiram explorar o local. Entretanto, eles ouviram gritos vindos do Nosferatu, encontrando o navio e seus aliados sendo atacados por mais das criaturas albinas bizarras. Usando seu haki do imperador (desperto após a batalha contra Borsalino), D. Ten derrubou todas as criaturas de uma única vez, salvando a todos no processo.

Foi então que Vladd surgiu em meio ao navio sem lembrar o que houve. Os caçadores o contaram o que havia acontecido durante a batalha contra a Marinha e onde estavam agora, fazendo o ex-shichibukai acordar de seu torpor. Vladd então os explicou que aquele era o “estômago” de Drácula, seu pai, e que o castelo era o navio dele, o Castlevania (ninguém neste RPG está sendo pago para ser original... ainda mais numa saga “filler”). Drácula e seus filhos vieram àquele mundo e foram caçados como monstros pelo clã Belmont por séculos, até que Drácula finalmente fora morto. Para resguardar o espírito de seu mestre, o Castlevania usou o cadáver de Drácula para criar o monstro que o protege, sendo a mais de um milênio confundido com o lendário Titã dos Mares. Por fim, Vladd disse que para sair daquela criatura era preciso usar o sangue de cinco pessoas em cinco círculos espalhados pelo castelo, devendo ser pingados ao mesmo tempo. Pasmos com tamanha bizarrice, os caçadores se organizaram em 5 equipes, levando cada um dos prisioneiros Belmont para servir de “sacrifício”. Vladd garantiu que ninguém teria que morrer, apenas pingar o sangue. Mas o processo poderia ser perigoso, pois os círculos eram protegidos por estátuas de anjos na forma de Vladd e seus irmãos. O ex-shichibukai aproveitou para explicar que seus poderes sanguíneos descendiam de Drácula, e não de uma Akuma no Mi.

Os corredores do castelo lembravam um labirinto e se perder seria muito fácil. Entretanto, desta vez foi Yuri (o navegador) e não Jax que se perdeu no caminho. Para piorar, ele deixou seu prisioneiro lhe enganar e escapar, fazendo-o ficar ainda mais perdido em meio a perseguição. Mas logo ele o encontrou desmaiado no chão, onde o garoto passou a ouvir sussurros sinistros. Assustado, Yuri foi atacado por um espectro, tendo suas forças drenadas. Preocupados, os caçadores pediram para que Rose fosse atrás de Yuri, encontrando ele e o prisioneiro, mas nem sinal do espectro.

Após os problemas e com todos prontos, o ritual foi iniciado. Uma luz rubra tomou conta dos círculos ao toque do sangue e todo o Castlevania foi coberto pela luminosidade. O “estômago” da criatura começou a desmoronar e os anjos de pedra desceram de seus pedestais, indo na direção dos Belmont. Jax e Saer, que foi até o 5º círculo, conseguiram impedir o pior, mas os demais assistiram aos anjos sugarem todos os fluidos e pele do “sacrifício” para si, matando o prisioneiro. Mais uma vez se entregando ao terror, Yuri fugiu com todas as forças (e ganhando uma Perturbação no processo), largando Rose sozinha com o anjo. Os caçadores derrotaram os anjos sem grande esforço e correram para ajudar quem podiam. Preocupados com Yuri, Dash acabou o encontrando escondido num canto do castelo, enquanto que Vladd instruiu a todos para se reunirem no Nosferatu.

A criatura se desfez em pedaços e, antes que o mar os afogasse, a aura rubra que rodeava o Castlevania formou uma cúpula de proteção em volta de toda ilhota e navio, levando-os em segurança até a superfície. Com todos abordo do Nosferatu, os caçadores ouviram a voz agradecida de Vladd ecoar ao longe. O navio foi se afastando da ilhota e o Castlevania se ergueu aos céus, indo cada vez mais alto até desaparecer no limite do horizonte. De onde viera aquele castelo/navio voador ou para onde estava indo era um mistério, sendo apenas mais um entre tantos que as águas misteriosas da Grande Rota reservam àqueles que as navegam. Agora livres, era hora dos caçadores seguirem para o seu destino.

* * * * *

Até a próxima, caçadores!

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